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Programa pretende aumentar a produção de leite em Mato Grosso do Sul

Para alavancar a produção de leite em Mato Grosso do Sul e auxiliar na organização da cadeia produtiva, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de MS (Senar/MS) lançará o Programa Mais Leite, um ciclo de palestras com intuito de incentivar a renda do produtor e priorizar a qualidade do leite.
”O Mais Leite pode melhorar o cenário brasileiro nesse ramo que já está se modificando e transformar os produtores em empreendedores. Com dedicação a este mercado e produção melhorada, o setor se torna mais competitivo e passamos a oferecer segurança e qualidade do produto para a população”, afirma Clodoaldo Martins, superintendente do Senar/MS.
Os solos, a pastagem degradada, a falta de tecnologia e a mão-de-obra deficiente tem sido alguns dos motivos da queda na produção do leite no estado, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O instituto indica também a ausência de suplementação em período seco e os rebanhos pouco especializados, como motivos da baixa produtividade.
As primeiras cidades a receberem o ciclo de palestras do Programa Mais Leite, que pretende orientar cerca de 1,2 mil produtores de leite, serão Camapuã, Paranaíba, Glória de Dourados e Anastácio. Os produtores residentes em outras cidades poderão tirar suas dúvidas no encontro estadual que acontecerá nos dias 14 e 15 de maio em Campo Grande.
Para alavancar a produção de leite em Mato Grosso do Sul e auxiliar na organização da cadeia produtiva, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de MS (Senar/MS) lançará o Programa Mais Leite, um ciclo de palestras com intuito de incentivar a renda do produtor e priorizar a qualidade do leite.
 

Clima ajuda no desenvolvimento das lavouras de milho de GO

O agricultor Flávio Faedo plantou uma área de 140 hectares, em Rio Verde, sudoeste de Goiás. Até agora, o clima ajudou no desenvolvimento das lavouras.
Ao contrário de muitas regiões do país, por lá, a chuva veio na hora certa e na quantidade esperada. Para deixar o cenário ainda melhor, os preços subiram. “Com a seca nas regiões produtoras do Sul, o preço voltou a reagir porque a quebra de milho é bem considerável”, explica Faedo.
Parte da produção que o produtor vendeu antecipadamente foi negociada por R$ 21,50 a saca. Agora, ele já está conseguindo R$ 24.
Na propriedade de João Ivan, onde foram plantados 170 hectares de milho, o clima também é de otimismo. A colheita está programada para o início de março. “Como choveu bem na fase produtiva, isso é possível ser observado na formação dos grãos. Não faltou água”, comemora.
Goiás é o quarto maior produtor de milho do Brasil, atrás de Mato Grosso, Paraná e Mato Grosso do Sul.
O agricultor Flávio Faedo plantou uma área de 140 hectares, em Rio Verde, sudoeste de Goiás. Até agora, o clima ajudou no desenvolvimento das lavouras.
 

Agronegócio do Paraná perde quase quatro milhões de toneladas de grãos com a seca

PREÇO PAGO PELO LEITE PODE As pancadas de chuva que atingiram o Oeste de Santa Catarina entre o final da tarde de terça, dia 24, e quarta, 25, ocorreram de forma irregular e serviram apenas para amenizar a situação nas lavouras, sem interromper a estiagem.
— Isso ajuda as pastagens mas não resolve o problema da água — avaliou o gerente regional da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) em São Miguel do Oeste, João Carlos Biasibetti.
Quem também está feliz são os agricultores que semearam a segunda safra de milho, pois a umidade já ajuda na germinação.
No entanto, Biasibetti avaliou que a chuva não foi uniforme. Em São Miguel do Oeste foram registrados 15,2 milímetros na estação da Epagri e cerca de 30 milímetros no centro da cidade. No entanto em regiões do interior de São José do Cedro e Guarujá do Sul a chuva foi menor do que a registrada em São Miguel do Oeste.
Em Chapecó, foram apenas quatro milímetros segundo o observador meteorológico Roque Sulzbacher. No acumulado do mês são 86,2 milímetros, para uma média de 184 milímetros. Desde novembro, vem chovendo abaixo da média na região.CAIR
A quebra da safra de verão no Paraná por causa da seca já chega perto de 20%, segundo relatório do Departamento da Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná. O prejuízo já chega a R$ 2,48 bilhões.
 

Produção cresce, mas demanda de leite é maior que oferta no Nordeste

Antonio Oliveira é produtor de leite há 20 anos em Itaíba, agreste de Pernambuco. O leite garante a renda da família e, por isso, ele investe no aumento do rebanho. Somente nos últimos 12 meses, Antonio comprou 10 vacas da raça holandesa e agora está tirando, em média, 500 litros de leite por dia para comercialização.
Jonas Silvas também é produtor de leite no agreste de Pernambuco. Há seis meses ele comprou quatro vacas da raça holandesa e está entusiasmado com o rendimento. Jonas conta que a mudança veio depois que ele se uniu a uma cooperativa.
De acordo com a Secretaria de Agricultura do estado, em 2011, a produção de leite em PE cresceu 12% na comparação com 2010. Vinte e quatro municípios do agreste e sertão detêm 75% da produção diária de leite do estado, que é de 2,300 milhões de litros.
Os pequenos pecuaristas são responsáveis por 70% da produção. Cada um fornece, em média, 100 litros de leite por dia, produção que ainda não atende toda a capacidade industrial. “Estamos fazendo um trabalho para tentar melhorar a genética da região e ver se a gente consegue um leite com custo mais baixo e em maior volume”, explica Stênio Galvão, dono de laticínio.
Jonas Silvas também é produtor de leite no agreste de Pernambuco. Há seis meses ele comprou quatro vacas da raça holandesa e está entusiasmado com o rendimento. Jonas conta que a mudança veio depois que ele se uniu a uma cooperativa.
 

Organização saúda relatório que apoia bem-estar para produção láctea

A organização Compassion in World Farming (Compaixão na Agricultura Mundial) aprovou um relatório divulgado pela organização britânica DairyCo relacionada à lucratividade no setor lácteo. De acordo com a CIWF, é possível produzir leite e lucrar com fazendas de qualquer tamanho.
Segundo o presidente da CIWF, Philip Lymbery, os dados indicam que o argumento “quanto maior, melhor” perde credibilidade. “Não é necessário possuir lugares imensos com vacas trancafiadas durante o ano todo e forçadas ao limite para produzir grandes quantidades de leite para lucrar. A produção lucrativa pode acontecer em quase qualquer escala. O mais importante é dar atenção aos custos de produção”, explicou.
Em nota a CIWF declarou que, baseado em dados da Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA), criar vacas longe do pasto pode trazer diversos problemas no bem-estar dos animais e, consequentemente, reduzir a produtividade. “Há um grande risco de haver claudicação, problemas no casco, problemas na teta, mastite, metrite, infecções bacteriológicas e outros. Isso reforça a ideia de que o lugar das vacas é no pasto.”
A organização Compassion in World Farming (Compaixão na Agricultura Mundial) aprovou um relatório divulgado pela organização britânica DairyCo relacionada à lucratividade no setor lácteo.
 

PREÇO PAGO PELO LEITE PODE CAIR

Se a demanda mundial recuar, o mercado brasileiro se tornará atrativo principalmente para o Uruguai e a Argentina
A previsão de queda no crescimento mundial do Produto Interno Bruto (PIB) e a crise financeira nos Estados Unidos e Europa poderão impactar negativamente a demanda por produtos lácteos em 2012. O cenário estimulará o redirecionamento da produção de leite e derivados da Argentina e Uruguai para o Brasil, isso pelos preços praticados no mercado interno estarem atrativos e o consumo de leite e produtos de maior valor agregado em alta.
De acordo com o boletim "Ativos da Pecuária de Leite", elaborado pela Superintendência Técnica da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o crescimento econômico global foi revisado para baixo em função da crise financeira enfrentada pelos países europeus e pelos Estados Unidos.
Segundo os dados apontados no boletim, e anteriormente divulgados pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), o PIB global deve crescer 4% em 2011, contra a evolução de 5,1% observada em 2010. Baseado nestes dados, o United States Department of Agriculture (USDA) estima que a demanda internacional por
lácteos possa desacelerar em relação à observada em 2011.
A previsão do FMI é de um incremento do PIB de 2,2% em 2011, nas economias dos países desenvolvidos. Nos países em crescimento a alta deve girar em torno de 6,6%, com destaque para a China, com crescimento de 9,6%, e Índia, com alta de 8,2%. No Brasil, a estimativa é de crescimento de 4,1% do PIB em 2011, frente ao incremento de 7,5% registrado em 2010.
Segundo os dados da CNA, perante o cenário mundial, o receio é que o excesso de produção em alguns países, em especial na Argentina e no Uruguai, principais países exportadores de lácteos para o Brasil, pode ser direcionado ao mercado brasileiro. O que será incentivado pelo câmbio valorizado e pela redução da demanda de alguns países importadores.
O aumento do interesse de compra das empresas que atuam no Brasil pode atingir patamares mais elevados que os registrados em 2011, acarretando prejuízos para os produtores. O aumento da oferta de lácteos no mercado tende a reduzir os preços pagos pelo litro em um período de custos elevados.
"Diante da desaceleração da economia mundial, o governo brasileiro precisa desenvolver barreiras para proteger o mercado interno. Caso ocorra uma redução da demanda mundial, o mercado brasileiro se torna atrativo, principalmente, para a Argentina e Uruguai, o que poderá resultar em graves problemas para os pecuaristas de leite de Minas e do restante do Brasil", diz o superintendente de Política e Economia Agrícola da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), João Ricardo Albanez.
Quanto às exportações do segmento de lácteos, uma queda na demanda externa não deverá trazer impactos significativos. Segundo a CNA, desde 2009 a taxa de câmbio tornou praticamente inviável a exportação.
Em Minas, apesar de crescentes, se comparadas com 2010, as exportações de leite e laticínios ao longo de 2011 ficaram inferiores às efetuadas em 2009. Segundo os dados da Seapa, o volume embarcado no ano passado foi de 5,89 mil toneladas, contra 1,5 mil toneladas enviadas em 2010 e 24 mil toneladas em 2009.
"Atualmente os preços no mercado interno estão mais atraentes que os gerados nas negociações internacionais. Além disso, com o aumento da renda da população, a demanda por produtos processados e com maior valor agregado foi impulsionada", lembra Albanez.
As interferências climáticas na produção leiteira de Minas e da região Sul do país, que juntas respondem por 58,6% da produção brasileira, também deverão alavancar os custos de produção.
Clima - De acordo com Albanez, a seca que castiga o Sul do país, além de comprometer os níveis de captação de leite, também está prejudicando a safra de grãos e a pastagem. Em Minas, as chuvas excessivas e as enchentes prejudicaram parte dos pastos na Zona da Mata e Sul de Minas, obrigando os produtores a alimentarem o rebanho com ração à base de milho e farelo de soja.
"O aumento dos custos de produção e os impactos negativos provocados pelo clima afetam o nível de captação e contribuem para incrementar os preços no mercado interno. A situação se torna atrativa para países exportadores de lácteos para o Brasil, principalmente pelo custo de produção, na maioria das localidades, ser menor que o brasileiro. Para se ter uma ideia, em 2000 o preço médio do litro era de US$ 0,18 e em 2011 a média ficou em U$ 0,50, melhor preço na serie dos últimos 11 anos", diz Albanez.
Ainda segundo Albanez, o Brasil precisa trabalhar para aumentar sua participação nas exportações mundiais. Os mercados mais promissores seriam a China e a Índia. Entre os maiores consumidores de leite fluido estão a União Europeia, que também é responsável pela maior produção de leite no mundo, representando 26,5%, seguido pela Índia, Estados Unidos, China e Rússia.
Se a demanda mundial recuar, o mercado brasileiro se tornará atrativo principalmente para o Uruguai e a Argentina.
 

Organização saúda relatório que apoia bem-estar para produção láctea

A organização Compassion in World Farming (Compaixão na Agricultura Mundial) aprovou um relatório divulgado pela organização britânica DairyCo relacionada à lucratividade no setor lácteo. De acordo com a CIWF, é possível produzir leite e lucrar com fazendas de qualquer tamanho.
Segundo o presidente da CIWF, Philip Lymbery, os dados indicam que o argumento “quanto maior, melhor” perde credibilidade. “Não é necessário possuir lugares imensos com vacas trancafiadas durante o ano todo e forçadas ao limite para produzir grandes quantidades de leite para lucrar. A produção lucrativa pode acontecer em quase qualquer escala. O mais importante é dar atenção aos custos de produção”, explicou.
Em nota a CIWF declarou que, baseado em dados da Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA), criar vacas longe do pasto pode trazer diversos problemas no bem-estar dos animais e, consequentemente, reduzir a produtividade. “Há um grande risco de haver claudicação, problemas no casco, problemas na teta, mastite, metrite, infecções bacteriológicas e outros. Isso reforça a ideia de que o lugar das vacas é no pasto.”
gadoA organização Compassion in World Farming (Compaixão na Agricultura Mundial) aprovou um relatório divulgado pela organização britânica DairyCo relacionada à lucratividade no setor lácteo.
 

Clima favorece o desenvolvimento da Ferrugem Asiática nas lavouras de soja do país

O grande entrave às lavouras de soja está sendo o elevado índice de infestação da ferrugem asiática, já que as temperaturas mais amenas estão levando a uma infestação com, pelo menos, 79 focos da doença no país.
A previsão é que esse número aumente rapidamente na próxima semana, já que voltou a chover no Paraná e no Mato Grosso do Sul, e em São Paulo a soja está na fase mais suscetível da doença.
Reflexos do tempo nas lavouras de soja
Mesmo com a passagem de uma frente fria sobre o Sul do Brasil na última semana, foi registrada pouca quantidade de chuva nas principais regiões produtoras de soja do Rio Grande do Sul, o que não reverteu o grave quadro de seca que atinge o Estado desde dezembro.
Apenas em poucas regiões, como nos arredores de Frederico Westphalen, foram registrados volumes de chuvas acima dos 30 mm. Dessa forma, lavouras de soja já apresentam quebras acima dos 20%, porque 45% das plantas já estão em fase de florescimento e 8% em fase de enchimento de grãos.
Nos outros Estados da região Sul, as chuvas da última semana auxiliaram na elevação dos níveis de umidade do solo e, consequentemente, ao desenvolvimento das lavouras.
Em algumas lavouras do Paraná, as perdas já chegam aos 40%. Em Mato Grosso e Goiás e nas regiões produtoras de São Paulo, são as intermitentes chuvas que afetam as lavouras de soja, pois muitos produtores não estão conseguindo ir a campo e realizar a colheita.
Algumas regiões ao norte da Bahia também vêm sentindo os efeitos da estiagem, mas com perdas bem menores que no Rio Grande do Sul, não atingindo os 3%.
O grande entrave às lavouras de soja está sendo o elevado índice de infestação da ferrugem asiática, já que as temperaturas mais amenas estão levando a uma infestação com, pelo menos, 79 focos da doença no país.
 

 

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