Centrais de inseminação buscam dar atendimento aos pecuaristas de acordo com a realidade de cada propriedade
Marcelo Lara | Uberaba (MG)
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No último ano, a venda de sêmen movimentou mais de R$ 170 milhões no Brasil. Enquanto o setor teve forte crescimento na pecuária de corte, na pecuária leiteira o mercado de sêmen se manteve estável. Durante a Megaleite, em Uberaba (MG), a busca é pelos touros reprodutores que possam melhorar a eficiência na pecuária leiteira.
As centrais de inseminação buscam atender aos pecuaristas de acordo com a realidade de cada propriedade. No último ano, foram vendidas mais de 9,2 milhões de doses de sêmen, incluindo corte e leite. A raça holandesa é a campeã de vendas, representando 13% do mercado nacional. Porém, em crescimento anual, a girolando vem surpreendendo, aumentando em 20% no último levantamento. Os testes estão dando mais confiança ao mercado.
A grande mudança nos últimos anos foi a inversão no mercado, que passou a vender mais sêmen para corte do que para produção de leite. O motivo principal está no manejo dos pecuaristas, que passaram a usar mais as novas tecnologias para inseminação.
A venda para produção de leite vem se mantendo estável em função da instabilidade do mercado internacional, que afetou o preço pago aos produtores no Brasil. O cenário é otimista e mostra um potencial de crescimento a médio prazo.
O produtor de leite João Marcos saiu de Juiz de Fora (MG) para conferir os reprodutores que estão disponÃveis no mercado e acredita no investimento em tecnologia com um bom gerenciamento da propriedade.
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Fonte: Canal Rural






